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Incorporadoras vão lançar complexo de R$ 600 milhões

05/07/2012

Com um investimento total de R$ 600 milhões, quatro grandes incorporadoras pretendem lançar em Goiânia, até meados deste semestre, um grande complexo que vai englobar, num só lugar, hotel, shopping, hospital, centro médico, comercial e de convenções, todos interligados. O projeto ainda está em fase de aprovação de registro, mas a previsão é de que as obras sejam iniciadas até maio do ano que vem, para que tudo esteja pronto em 2016.
O complexo será erguido na área onde era a Associação Médica de Goiás (AMG), localizada na confluência das Avenidas Mutirão com a Portugal, no Setor Marista. Serão duas torres e outros ambientes compartilhados, num total de 38 pavimentos de até 145 metros de altura, com 110 mil metros quadrados (m²) de área construída e 55 mil m² de área privativa para locação.
Para se ter ideia da grandiosidade do projeto, somente para a garagem, serão destinados dez andares - dois deles no subsolo -, com 1.325 vagas de estacionamento. E para atender toda a estrutura da obra, haverá ainda um sistema com 27 elevadores inteligentes e expressos.
DIVISÕES
O hospital terá 100 leitos, dos quais 20 serão equipados com Unidades de Terapia Intensiva (UTI), além de 12 salas de cirurgia. Já o hotel contará com 270 apartamentos para atender todo tipo de hóspede que vier à Capital, inclusive pacientes vindos de outras cidades que estiverem em tratamento no complexo e profissionais da área da saúde que participarem de eventos no centro de convenções.
Para a parte de escritórios e clínicas, foram reservados 35 mil metros quadrados de área privativa, que poderá comportar entre 100 e 600 salas, dependendo de como for utilizado pelos locadores. O shopping ocupará três andares e terá 6 mil m² de área bruta locável (ABL), com 60 lojas comerciais. Também haverá laboratório de análises clínicas e centro diagnóstico.
A ideia do projeto é que todos os ambientes estejam interligados entre si, com acesso de um pavimento para o outro de qualquer um dos núcleos do empreendimento. Na parte médica, por exemplo, esta é uma estratégia que propõe facilitar o acesso do paciente a todos os serviços de saúde.
“Goiânia é hoje um centro de referência médica para o Centro-Oeste e, em determinadas especialidades (como oftalmologia), é referência para todo o País. Só que esses serviços são hoje pulverizados por toda a cidade. Depois que o complexo estiver pronto, esse paciente não vai precisar peregrinar por vários bairros para resolver seu problema. Ele terá acesso a tudo, desde o diagnóstico até o tratamento, cirurgias, internação, num lugar só”, afirma o diretor de Empreendimentos da Tropical Urbanismo, Paulo Roberto da Costa. Além de sócia no empreendimento, a empresa será a gestora de comercialização.
Para elaborar o projeto junto com a equipe arquitetônica, foram contratadas consultorias especializadas nas diversas áreas que serão contempladas no complexo - hospitalar, de shopping, hotelaria, dentre outras. Segundo o presidente da Artefato Excelência Concreta, Frank Guimarães Vaz de Campos, a administradora do shopping já está quase definida e várias bandeiras de hoteis já manifestaram interesse no empreendimento. A Artefato também é sócia e será a gestora de incorporação e construção. Compõem ainda a sociedade a FR Incorporadora e a Joule Engenharia.
A previsão é de que sejam gerados, durante a realização das obras, cerca de 800 empregos diretos e 3 mil indiretos. Após a inauguração do projeto, cerca de 2.500 pessoas serão empregadas nas diversas áreas. Mais audaciosa é a expectativa de fluxo no local: os sócios esperam que entre 6 mil e 8 mil pessoas passem pelo complexo diariamente, após início de todas as atividades.
Ao ser perguntado sobre a viabilidade de trânsito no local, Frank afirmou que o estudo de impacto já foi feito e aprovado pela Agência Municipal de Trânsito (AMT). Há cerca de três anos, as Faculdades Alfa tiveram parecer contrário da AMT para a implantação de unidade de ensino na Avenida Mutirão, a poucos metros de onde será construído o complexo. O motivo era a inviabilidade do tráfego no local em horário de pico. Em meio a polêmicas, a instituição conseguiu o alvará e está em pleno funcionamento.

Sistema terá tecnologia especial, dizem sócios
O novo empreendimento foi elaborado sob pilares da tecnologia construtiva, afirmam os sócios. O presidente da Artefato cita como um dos diferenciais tecnológicos da obra o grande e moderno sistema de ar condicionado que será instalado. Ele explica que o mecanismo central poderá ser acessado de qualquer parte do empreendimento e que o usuário irá pagar conforme o seu consumo, assim como hoje é feito com o uso de água e energia.

Valor do patrimônio será dobrado
A área onde será construído o complexo no Setor Oeste foi comprada da Associação Médica de Goiás (AMG), que manteve sua sede no local durante muitos anos. Hoje, ela está situada no quarteirão vizinho, mas voltará ao antigo local após a finalização da obra. Segundo o presidente da associação, Rui Gilberto Ferreira, de acordo com a negociação, a AMG terá direito a 15,5% do empreendimento.
Em torno de 600 metros quadrados serão destinados à instalação da sede da AMG e os outros 4,4 mil m² serão de área locável. “O valor de mercado da área que era da AMG é de aproximadamente R$ 12 milhões. A parte a que teremos direito no empreendimento valerá de R$ 25 milhões a R$ 30 milhões. Isso significa que vamos dobrar o patrimônio da associação”, frisa o médico.
Rui Gilberto destaca que as negociações vão levar maior viabilidade financeiramente à instituição e isso será revertido em mais benefícios para os associados, em assessorias jurídicas, na parte científica, dentre outros.
DRENO
Ainda sobre a tecnologia do empreendimento, o sistema possui um dreno para a água que é produzida com o condicionamento do ar (cerca de 20 metros cúbicos por dia), que poderá ser armazenada e reutilizada na irrigação, por exemplo, de áreas extenas. “É um dos recursos de economia que vão gerar redução no consumo de água e energia”, afirma o presidente da Artefato, Frank Guimarães.
Ele também destaca a utilização de painéis de concreto leve na construção da obra, que além de aumentar o conforto técnico e acústico do empreendimento, promoverá uma redução de custos no uso de concreto na ordem de R$ 2 milhões. “Esse valor economizado será usado em outras áreas do projeto.”
O mesmo sistema possui uma tecnologia de dreno para a água que é produzida com o condicionamento do ar (cerca de 20 metros cúbicos por dia), que poderá ser armazenada e reutilizada na irrigação, por exemplo, de áreas extenas. “É um dos recursos de economia que vão gerar redução no consumo de água e energia”, afirma.
Fonte: Lidia Borges, Jornal O Popular, Caderno de Economia 05/07/2012
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