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Notícias

Custo da construção civil dispara


Quem construiu ou reformou imóvel no ano passado teve de arcar com gastos elevados. O Custo Unitário Básico (CUB) de Construção, calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), acumulou taxa de 14,41% em 2008. Em dezembro, o custo médio do metro quadrado de construção atingiu o valor de R$ 910,47.

A variação acumulada do CUB no ano passado ficou acima do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), apurado pela Fundação Getúlio Vargas no período (9,81%), e do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE, de 5,9%, utilizado pelo governo como taxa oficial de inflação. Segundo o presidente do Sinduscon-GO, Roberto Elias de Lima Fernandes, os itens que mais pressionaram na formação do CUB em Goiás foram cimento, aço e mão-de-obra.

O boom da construção verificado nos nove primeiros meses do ano passado provocou o aumento da demanda, fazendo com que os materiais mais necessários à obra registrassem reajustes nos preços. Também houve o acirramento da disputa por profissionais do setor, o que contribuiu para elevar os salários.

Mas com a crise financeira mundial, a partir do fim de setembro último, o ritmo das obras diminuiu, assim como a pressão sobre o consumo de materiais e da demanda por mão-de-obra especializada. Roberto Elias relata que, já em dezembro, a cotação do cimento recuou.

O saco de 50 quilos passou a custar R$ 16,70 a carga fechada, preço de fábrica, fora o frete. O produto chegou a custar R$ 18,00. Para os consumidores que compram no varejo, o saco de cimento custa hoje em torno de R$ 20,00.

O presidente do Sinduscon-GO acredita que a cotação do vergalhão de aço, muito usado nas obras, também deve recuar por causa da redução da demanda mundial. Mesmo assim, a Cooperativa de Compras da entidade está reunindo pedidos, inclusive de empresas associadas de Sinduscons de outros Estados, para fechar a importação de uma carga de 40 mil toneladas de aço oriunda de um país do Leste Europeu não revelado. O aço deverá chegar ao porto por R$ 2,6 mil a tonelada, enquanto o preço médio atual no Brasil é de R$ 3,7 mil.

Roberto Elias, porém, não acredita que este ano a variação do CUB fique acima do IGP-M, como ocorreu no ano passado.

Consumidor reclama dos preços do material

De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), o cimento teve alta de 35,89% no ano passado, enquanto o aço aumentou 28,70%, e a areia, 15,85%.

O motorista Alvino Elias da Silveira está construindo uma casa no Jardim Bela Morada, em Aparecida de Goiânia. Ele se queixa do aumento dos preços de itens básicos, como cimento, areia, tijolo, tinta e argamassa. “Esses materiais são o carro-chefe da construção, não tem como deixar de comprar”, afirma. O motorista lamenta somente que o reajuste do salário não tenha acompanhado a alta do material de construção.

O engenheiro civil Kaisson Barbosa Marques constrói casas para vender e também por administração. Ele constatou reajuste nos preço do material de construção, embora no fim do ano tenha percebido algum recuo, sem que, entretanto, voltassem ao patamar anterior. “Teve material que chegou a aumentar 30% ou mais”, diz. O custo da construção foi pressionado ainda pela mão-de-obra, observou. 
 
Brasil é o 2º para investir em imóvel

São Paulo - Uma pesquisa feita entre membros de uma associação americana de investidores estrangeiros em imóveis indica o Brasil como o segundo destino mais atraente para seus investimentos em 2009.

Segundo a pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês), 16% dos seus membros consideram o Brasil como o país que oferece a melhor oportunidade para apreciação de capital.

O Brasil subiu dez postos no ranking em relação à mesma pesquisa realizada no ano anterior, desbancando a China do segundo posto de mercado mais atraente para os investimentos em imóveis.

Os Estados Unidos permanecem como o destino prioritário dos investimentos estrangeiros em imóveis, com 37% das preferências. A Grã-Bretanha pulou do nono para o quarto lugar na preferência dos investidores. (FP)


Fonte: Jornal O Popular Caderno de Economia, Mariza Santana, Goiania 14/01/09.


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