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Prazo de financiamento chega a 25 anos. Banco financia na planta


Quem busca comprar um imóvel financiado e está interado com as novidades ou procura orientações, saiba que o momento está muito positivo. Já existem taxas de juros fixas até o final do plano, o que garante a estabilidade das prestações, os bancos começaram a financiar imóveis na planta, o que antes só era feito pelas construtoras, e os prazos de parcelamento estão crescendo a cada momento.

Iniciado pelo Bradesco, o prazo máximo de financiamento habitacional atingiu 25 anos e já foi seguido por outros bancos. Antes, apenas uma empresa independente, a Brazillian Mortgages, oferecia parcelamento em 30 anos. Mas, essa alternativa possuia o incoveniente de a correção das parcelas usar o IGP-M da FGV, além de juros mensais de 1% ao mês. No Bradesco, o novo prazo de 25 anos é válido para imóveis novos e usados no financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), avaliados em até R$ 350 mil, e na Carteira Hipotecária, com valor superior a R$ 350 mil. Nessas linhas, o Bradesco oferece a linha com prestações fixas de 12,5% ao ano (SFH) e também com juros de 11,5% ao ano, mais a variação da TR. São bem mais interessantes que a correção pelo IGP-M.

Planta - E agora outros bancos estenderam o prazo para 25 anos, como o Itaú e o Real ABN Amro. Outra novidade, é o acordo entre a construtora Gafisa e o Itaú para o financiamento direto para quem compra o imóvel na planta. Até o momento, os bancos financiavam apenas unidades prontas. No novo plano, Financiamento na Planta, os compradores podem parcelar a entrada de 10% e garantir um financiamento de 25 anos com o banco para os 90% do valor total de avaliação do imóvel. Mesmo os interessados sem histórico de crédito terão qualificação na medida que pagarem as prestações em dia. Outra vantagem para os compradores é a possibilidade de aceleração da entrega do empreendimento, estima-se entre seis e dez meses, porque a construtora terá os recursos disponibilizados rapidamente pelo banco. Por enquanto, o prazo de 25 anos para pagamento das parcelas vale apenas para a parceria com a Gafisa. É importante para o consumidor, porque os demais bancos podem correr para firmar parcerias semelhantes.

Portanto, as condições são excelentes. Mas, é preciso algumas considerações. O ideal, no momento, é optar pelos parcelamentos com prestações fixas, com juros girando em torno de 12% ao ano ou, no máximo, corrigidos pela TR, com juros de cerca de 8% nos primeiros 3 anos, passando para cerca de 11% após a 36ª prestação. E, dado o atual patamar dos juros, o ideal é estender o financiamento a no máximo 20 anos. Nos prazos de 25 e 30 anos, o valor da parcela cai pouco e você terá que pagar mais 5 ou 10 anos uma prestação elevada.

Simulação - Por um imóvel de R$ 150 mil, com R$ 30 mil de entrada e financiando R$ 120 mil, com juros fixos de 1% ao mês, você vai pagar em 10 anos prestação de R$ 1,72 mil, fora seguro e taxas. A renda mensal exigida é de cerca de R$ 5,8 mil. Se dobrar o prazo para 20 anos, a prestação cai para R$ 1,32 mil, ou quase 25% inferior ao plano de 10 anos e a renda mensal necessária também cai 25%, para R$ 4,4 mil, uma boa diferença.

Mas o ganho é muito pequeno a partir daí. Em um financiamento de 25 anos, por exemplo, a prestação seria de R$ 1,26 mil, ou apenas R$ 60,00 a menos por mês em relação ao valor da parcela em 20 anos, queda de 4,5%. E você terá que pagar a prestação de R$ 1,26 mil por mais 5 anos. Portanto, seria melhor pagar os R$ 60 a mais no plano de 20 anos e livrar-se mais rápido do financiamento. Já a renda mínima exigida cairá para R$ 4,2 mil, apenas R$ 200 abaixo da renda necesária para o financiamento de 20 anos. Ou seja, fará uma diferença muito pequena.

Em um prazo ainda mais longo, 30 anos, o que ainda não é possível nos bancos, a atratividade continua pequena. A prestação mensal seria de R$ 1,23 mil, apenas R$ 30 reais abaixo do parcelamento em 25 anos e menos de R$ 90 ante o financiamento de 20 anos e vai pagar mais 10 anos a prestação de R$ 1,23 mil.

Portanto, dado o atual patamar dos juros, existe um certo limite na atratividade do alongamento. É mais interessante optar por financiamentos de até 20 anos. A partir desse prazo, não valerá muito a pena. O ideal será fazer um esforço maior no orçamento doméstico, reduzindo os gastos mensais, para poder encaixar uma parcela ligeiramente maior, manter o prazo máximo em 20 anos e livrar-se da dívida mais rápido. 
  
Fonte:  Diário.Net


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